pessoas ouvidas na pesquisa
não sabem o grau da própria artrose
travam ao subir e descer escada
já tomaram anti-inflamatório para o joelho
“Eu quero poder subir e descer escadas e tirar essa dor de mim, porque é insuportável.”
Resposta de uma das 2.367 participantes
Quem conduz a semana
Ortopedista e educador físico, CRM 52-0109292-8. A combinação perfeita: a precisão da medicina e a ciência do movimento.
No consultório atende mais de 5.000 pessoas que convivem com artrose. Grau 1, grau 4, com prótese, sem prótese, com dor de anos. E a conversa começa quase sempre igual: a pessoa chega com o laudo na mão, sem saber o que fazer com ele.
pessoas com artrose atendidas
formações: ortopedista e educador físico
“A combinação perfeita: a precisão da medicina e a ciência do movimento.”
Encerramento no domingo, às 20h, dia 6 de setembro. É onde o seu plano dos próximos 5 dias é montado, passo a passo.
O que fazer em cada dia, sem depender de disposição, que ninguém tem todo dia.
Acompanhamento com o Dr. Rafael durante a semana. As vagas do grupo são limitadas.
O que fazer, por que fazer e principalmente como fazer, para não perder o que você ganhou na semana.
Exercícios feitos em casa, sem equipamento, sem precisar ir ao chão, cada um com a variação para o quanto o seu joelho aguenta hoje.
O grupo de acompanhamento é limitado
“Antes das orientações do Dr. Rafael, eu tinha muito medo de me movimentar e piorar meu joelho. Cada pessoa falava uma coisa: uma dizia pra caminhar, outra dizia pra não forçar, outra mandava eu ficar quieta. Aí a gente fica travada, né? Eu queria melhorar, mas tinha medo de fazer errado e acabar sentindo mais dor.”
“Uma coisa que mudou muito pra mim foi subir escada e caminhar no mercado. Antes eu já pensava duas vezes antes de sair, porque sabia que depois o joelho ia reclamar. Hoje eu consigo fazer essas coisas com mais segurança. Não é só exercício, é voltar a fazer as coisas simples do dia a dia sem aquele medo o tempo todo.”
“Pra mim fez muita diferença ter um médico me orientando passo a passo. Eu parei de ficar tentando adivinhar o que podia ou não podia fazer. Quando a gente tem uma direção certa, dá mais confiança. Eu entendi melhor meu limite e comecei a me movimentar sem aquele pânico de estar prejudicando o joelho.”
“Eu diria pra não esperar piorar. Eu também fiquei adiando por medo, achando que talvez fosse passar ou que eu tinha que aguentar. Mas quando a gente começa com orientação certa, vai ganhando confiança. O pior é ficar parado, com medo, deixando a vida diminuir por causa da dor.”